Tradutor Gingado

What's needed:
  • USB data cable
  • MediaTek USB VCOM drivers
  • SP Flash Tool ( Latest version MTK Flash Tool v. 5.1343.01 (18.10.2013))

  • First of all, make sure that you have MediaTek DA USB VCOM drivers installed.
MTK Android Flashtool Drivers
Flashing the whole ROM
  • First of all open SP Flash Tool, then click Scatter-loading button to load the correct scatter file
    (MT6575_Android_scatter_emmc.txt or MT6577_Android_scatter_emmc.txt, depending on which phone you have) for your device and ignore any message that may appear.
MTK Android Flashtool
  • Turn off your phone, remove the battery and replace it after some seconds (and don't turn on the phone).
  • Press F9 (or hit Download button) and connect your phone into the computer via USB data cable.
    The process will start and a red progress bar will appear.
MTK Android Flashtool Connect to Computer

MTK Android Flashtool Connect to Computer

  • After the red progress bar is complete, there will appear a purple progress bar.
MTK Android Flashtool runtime trace mode
  • Right after the purple progress bar is complete, a message will appear underneath it:
    Please insert USB cable in x seconds” and then the download will start right away (you will see the yellow progress bar filling up).
MTK Android Flashtool runtime trace mode

  • When the yellow bar is complete, you'll get a popup with a green circle and Download OK message,
    which means that the process has been successfully terminated.
MTK Android flashtool Download

  • You can now safely disconnect your phone and turn it on. The process ends here.
Flashing only part of the ROM
  • In case you want to flash just one part of the ROM, that is also possible. In the shown example, onlyrecovery image will be flashed.
    Deselect all parts except the one(s) you want to flash and then press F9 (or hit Download button).
MTK Android Flashtool
  • The tool will immediately show a warning because not all parts are selected, but you should continue anyway. Safely press Yes to continue.
MTK Android Flashtool

  • The download of the chosen partition image will start and after the yellow bar is complete, the popup with the green circle should appear.

MTK Android Flashtool

MTK Android Flashtool
  • Please note that, even though it isn't mandatory to select it on the list of images to flash,
    preloader file must be present in the same folder as the other partition(s) that you want to flash, or else phone will not be able to enter into download mode.

Attention: Please follow the instructions carefully. I will not take any responsibility on whatever may happen with your phone.

Very important warning: Always make sure that you trust the sources of the ROM you download and know that it is meant for your phone. 
After flashing a wrong preloader, your phone will be completely dead (can't be powered on, it will not charge and won't be detected anymore by the computer) and there is no way to recover it.
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[Tool]SP FlashTool ||MTK Android FLASHER
http://forum.xda-developers.com/show....php?t=1982576
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Mediatek - Flash Tool - Info page
Mediatek - Flash Tool - Downlaod page

SP Flash Tool v. 3.1224.0212 (01.11.2013)

MTK Flash Tool v. 5.1320.00 (23.05.2013)
MTK Flash Tool v. 5.1343.01 (18.10.2013)


SP Flash Tool are for SmartPhone productsMT6573\72 Innovative Platform for Mainstream Smartphones
MT6575 Dual-SIM smartphone platform for the mainstream market
MT6577 1 GHz Dual-Core Smartphone Platform
MT6582 Quad-Core Cortex-A7 1.2GHz+CPU Smartphone Platform
MT6589 Quad-Core Cortex-A7 1GHz+CPU Smartphone Platform

MTK Flash Tool is for Feature Phone chipsMT6223 GSM/GPRS solution for ULC/ULC+ market
MT6235 GSM/GPRS/EDGE solution for Mainstream Multimedia
MT6236 GSM/GPRS/EDGE Feature- rich Multimedia solution
MT6238 GSM/GPRS/EDGE Premium Multimedia solution
MT6239 GSM/GPRS/EDGE Premium Multimedia solution
MT6250 Single- Chip GSM/GPRS/EDGE- RX entry- multimedia solution
MT6252 GSM/GPRS/EGPRS entry- multimedia single chip solution
MT6253 Single- Chip GSM/GPRS entry- multimedia solution
MT6255 Single- Chip GSM/GPRS/EDGE- RX Smart Feature Phone solution
MT6268 High- end EDGE/GPRS/WCDMA Feature Rich Multimedia Phone Solution
MT6276M HSPA Data Modem Solution
MT6516 EDGE/GPRS Feature Rich Multimedia Smart Phone Entry Solution



MTK Flash tool v. 5.x fix a critical bug about SP Flash Tool 3.x where the SP Flashtool reads iincorrectly the scatter file of some new mobile based on MTK6582 (error: recovery partition is not flashable).

[Tutorial]Como instalar qualquer ROM pelo Flashtool


Aprenda em poucos passos como instalar qualquer ROM em formato .ftf em seu Xperia.


Arquivos necessários:

Firmware oficial

Tutorial:


  1. Instale o flashtool no Disco Local (C:)
  2. Após instalar,abra a pasta Flashtool e vá na pasta drivers
  3. Clique em Flashtool-drivers ,selecione o seu aparelho e clique em "install" (Obs: caso seu aparelho não esteja na lista,instale o driver que mais se assemelha a ele.Não se esqueça de selecionar os drivers do Flash e do fastboot mode)
  4. Após a instalação dos drivers,vocês já está pronto para instalar a ROM no seu aparelho

Instalando a ROM .ftf:

  • Baixe o firmware de acordo com seu aparelho no link que está lá em cima
  • Após baixar,coloque o arquivo .ftf na pasta firmwares dentro da pasta do Flashtool
  • Agora abra o flashtool, clique no botão em forma de raio.Irá aparecer outra tela com a opção flashmode e fastboot mode.Selecione a opção flashmode e clique em "Ok"                                                                                                                                                                                      
  • Após isso,irá abrir outra tela que irá mostrar os arquivos .ftf que você possui.Selecione o que você quer instalar em seu aparelho e depois clique em "flash"     
                                                                                                                                                                                               
  • Agora espere alguns instantes até aparecer essa janela:
         
         




  • Quando aparecer esta janela,desligue seu celular,conecte o cabo USB ao computador e pressione o botão "Voltar" e conecte o cabo USB no celular.Caso seu celular não possua o botão voltar,você deverá pressionar o botão "volume menos" e conecta o cabo USB.
  • Após o aparelho ser reconhecido,a instalação irá começar.Para evitar qualquer problema durante a instalação,certifique que o aparelho tem pelo menos 50% de carga e que o cabo USB esteja sem problemas em bem conectado.




  O processo leva poucos minutos e é bem simples.Se feito de maneira correta não irá acontecer nenhum erro.
Boas, vou ensinar a instalar roms em mtk devices apartir do sp flash tools. Se já houver algo apaguem.

 Download Sp flash tools (óbvio) 
2º Instalar drivers adb
    -> Download adb installer;
    -> Ligar o telemóvel em debbuging usb;
    -> Instalar;
3º Download ROM (procura no needrom,xda,etc)


Após instalares os ADB drivers abre o flash tools. Procura o scatter loading file na rom ( MTxxxx_Android_scatter_emmc) e carrega-o.
Desliga o telemóvel, retira a bateria e volta a pô-la alguns segundos depois. (Mas não ligues o telemóvel)
Carrega no F9  e liga o telemóvel ao pc através do cabo usb
Agora é esperar e quando acabar tens a nova rom instalada.
Compressor
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Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
O compressor é um equipamento industrial concebido para aumentar a pressão de um fluido em estado gasoso (ar, vapor de água, hidrogênio, etc.. Normalmente, conforme a equação de Clapeyron, a compressão de um gás também provoca o aumento de sua temperatura.


Tipos[editar | editar código-fonte]

Os compressores podem ser classificados em 2 tipos principais, conforme seu princípio de operação:
  • Compressores de deslocamento positivo (ou Estáticos): Estes são subdivididos ainda em Alternativos ou Rotativos.
Nos compressores alternativos a compressão do gás é feita em uma câmara de volume variável por um pistão, ligado a um mecanismo biela-manivela similar ao de um motor alternativo. Quando o pistão no movimento ascendente comprime o gás a um valor determinado, uma válvula se abre deixando o gás escapar, praticamente com pressão constante. Ao final do movimento de ascensão, a válvula de exaustão se fecha, e a de admissão se abre, preenchendo a câmara a medida que o pistão se move.
Nos compressores rotativos, um rotor é montado dentro de uma carcaça com uma excentricidade (desnivelamento entre o centro do eixo do rotor e da carcaça). No rotor são montadas palhetas móveis, de modo que a rotação faz as palhetas se moverem para dentro e para fora de suas ranhuras. O gás contido entre duas palhetas sucessivas é comprimido a medida o volume entre elas diminui devido à rotação e à excentricidade do rotor.
Animação de um compressor axial.
  • Compressores de Dinâmicos:Estes são subdivididos ainda em centrífugos ou axiais.
Os compressores dinâmicos ou turbo compressores possuem dois componentes principais: impelidor e difusor. O impelidor é um componente rotativo munido de pás que transfere ao gás a energia recebida de um acionador. Essa transferência de energia se faz em parte na forma cinética e em outra parte na forma de entalpia. Posteriormente, o escoamento estabelecido no impelidor é recebido por um componente fixo denominado difusor, cuja função é promover a transformação da energia cinética do gás em entalpia, com conseqüente ganho de pressão. Os compressores dinâmicos efetuam o processo de compressão de maneira contínua, e portanto correspondem exatamente ao que se denomina, em termodinâmica, um volume de controle.
Os compressores atualmente são utilizados em diversas aplicações. A mais simples é a compressão de ar, seja para acionamento e controle de válvulas, alimentação de motores ou turbinas a gás, até aplicações mais complexas, como o transporte de gás natural, injeção de CO2 em reservatórios subterrâneos, ou compressão de hidrocarbonetos em ciclos de refrigeração.
Quando são aplicados na alimentação forçada de motores, os compressores ou turbo compressores são chamados de sistemas de indução forçada. Eles comprimem o ar que flui para o motor. A principal diferença entre um turbocompressor e um compressor é a fonte de energia. Em um compressor, há uma correia que o conecta diretamente ao motor. Ele obtém sua energia da mesma forma como o alternador do carro por exemplo. Um turbocompressor e acionado por uma turbina, que retira energia dos gases de escape do motor e montada no mesmo eixo que o compressor.

Compressores rotativos[editar | editar código-fonte]

Nos compressores rotativos, os gases são comprimidos por elementos giratórios. Outras das particularidades destes tipos de compressores são por exemplo as menores perdas mecânicas por atrito, pois dispensam um maior número de peças móveis, a menor contaminação de ar com óleo lubrificante, a ausência de reações variáveis sobre as fundações que provocam vibrações, o fato de a compressão ser feita de um modo continuo e não intermitente, como sucede nos alternativos e a ausência de válvulas de admissão e de descarga que diminui as perdas melhorando o rendimento volumétrico. Outro aspecto muito importante, para os diferentes tipos, prende-se com a economia de energia, com os rendimentos volumétrico, associados a fugas, e mecânico, associado a movimentos relativos entre as peças que constituem a máquina, e com a manutenção dos mesmos.

Compressores de parafusos[editar | editar código-fonte]

Esse tipo de compressor possui dois rotores em forma de parafusos que giram em sentido contrario, mantendo entre si uma condição de engrenamento. A conexão do compressor com o sistema se faz através das aberturas de sucção e descarga, diametralmente opostas: O gás penetra pela abertura de sucção e ocupa os intervalos entre os filetes dos rotores. A partir do momento em que há o engrenamento de um determinado filete, o gás nele contido fica encerrado entre o rotor e as paredes da carcaça. A rotação faz então com que o ponto de engrenamento vá se deslocando para a frente, reduzindo o espaço disponível para o gás e provocando a sua compressão. Finalmente, é alcançada a abertura de descarga, e o gás é liberado. De acordo com o tipo de acesso ao seu interior, os compressores podem ser classificados em herméticos, semi-herméticos ou abertos. A categoria dos compressores de parafuso pode também ser sub-dividida em compressores de parafuso duplo e simples. Os compressores de parafuso podem também ser classificados de acordo com o número de estágios de compressão, com um ou dois estágios de compressão (sistemas compound)

Compressores de parafusos de baixa pressão[editar | editar código-fonte]

O principio de funcionamento é o mesmo do compressor de parafuso, eles trabalham com pressões iguais ao soprador lóbulo, a única diferença que os rotores têm uma cobertura especial de teflon para garantir menores folgas e ausência de contato do óleo com o ar, esses tipos de sopradores são isentos de óleo e com eficiência superior ao lóbulo (Roots), em pressões mais altas sua vida útil é superior.

Compressores de parafusos simples[editar | editar código-fonte]

O compressor de parafuso simples, consiste num elemento cilíndrico com ranhuras helicoidais, acompanhado por duas rodas planas dispostas lateralmente e girando em sentidos opostos. O parafuso gira com uma certa folga dentro de uma carcaça composta de uma cavidade cilíndrica. Esta contém duas cavidades laterais onde se alojam as rodas planetárias. O parafuso é acionado pelo motor, e está encarregado de acionar as duas rodas. O processo de compressão ocorre tanto na parte superior como na inferior do compressor. Com isto consegue-se aliviar a carga radial sobre os mancais, de modo a que a única carga que atua sobre os mesmos, além daquela resultante do próprio peso, é atuante sobre os eixos das rodas planetárias, resultante da pressão do gás nos dentes das mesmas durante o engrenamento.

Compressores de parafuso duplo[editar | editar código-fonte]

As secções transversais deste tipo de compressores podem apresentar configurações distintas. No entanto, em ambos os casos, o rotor macho apresenta quatro lóbulos, enquanto que o rotor fêmea, apresenta seis reentrâncias (ou gargantas). Normalmente, o veio do motor atua sobre o rotor macho, que por sua vez aciona o rotor fêmea. Um compressor parafuso duplo pode ser descrito como uma máquina de deslocamento positivo com dispositivo de redução de volume. O gás é comprimido simplesmente pela rotação dos rotores acoplados. Este gás percorre o espaço entre os lóbulos enquanto é transferido axialmente da sucção para a descarga. Sucção Quando os rotores giram, os espaços entre os lóbulos abrem-se e aumentam de volume. O gás então é succionado através da entrada e preenche o espaço entre os lóbulos. Quando os espaços entre os lóbulos alcançam o volume máximo, a entrada é fechada. O gás admitido na sucção fica armazenado em duas cavidades helicoidais formadas pelos lóbulos e a câmara onde os rotores giram.

Compressão[editar | editar código-fonte]

Os lóbulos do rotor macho começarão a encaixar-se nas ranhuras do rotor fêmea no fim da sucção, localizada na traseira do compressor. Os gases provenientes de cada rotor são unidos numa cunha em forma de "V", com a ponta desse "V" situada na intersecção dos fios, no fim da sucção. Posteriormente, em função da rotação do compressor, inicia-se a redução do volume no "V", ocorrendo a compressão do gás.

Descarga[editar | editar código-fonte]

No compressor de parafuso não existem válvulas para determinar quando a compressão termina. A localização da câmara de descarga é que determina quando isto acontece. São utilizadas duas aberturas: uma para descarga radial na saída final da válvula de deslizamento e uma para descarga axial na parede de final de descarga. O posicionamento da descarga é muito importante pois controla a compressão , uma vez que determina a razão entre os volumes internos. O processo de descarga é finalizado quando espaço antes ocupado pelo gás é tomado pelo lóbulo do rotor macho. Este sistema de descarga confere a este tipo de compressores uma vantagem adicional perante os compressores alternativos: a capacidade de operarem com razões de compressão mais altas. Essa vantagem, deve-se ao fato de no final da descarga dos compressores de parafuso, todo o gás se ter expandido, isto é nenhum gás permanece dentro da câmara como acontece nos compressores alternativos.

Compressores compound[editar | editar código-fonte]

Enquanto que a maioria dos compressores efetua a compressão num único estágio, estes usam dois pares de rotores. A compressão é repartida entre esses dois estágios, existindo entre cada um deles um processo de arrefecimento do gás que está a ser comprimido. Com isto, para além da eficiência energética ser superior, a temperatura do gás de descarga é inferior àquela que seria obtida caso o compressor efetuasse a compressão num único estágio. Nos compressores de parafuso arrefecidos a óleo, o óleo e o respectivo sistema de arrefecimento, são normalmente suficientes para garantir que a temperatura dos gases de escape não são demasiado elevadas. Estas poderiam por em causa quer a sua lubrificação, quer a sua vida útil do equipamento. No entanto, quando a aplicação em causa exigir a utilização de compressões isentas de óleo, os compressores de parafuso compound são uma boa solução. Nestes, mesmo que não se use o óleo, a existência de um sistema de arrefecimento a ar ou a água entre os dois estágios de compressão, é o suficiente para garantir temperaturas do gás de descarga que não sejam demasiado elevadas.

Compressores herméticos, semi-herméticos e abertos[editar | editar código-fonte]

Nos compressores herméticos, aplicados apenas para pequenas potências, o motor e o compressor encontram-se acoplados e ambos encerrados por invólucro metálico selado.
Nos semi-herméticos, compressores mais modernos que os anteriores, apesar de o motor e o compressor se encontrarem acoplados e envolvidos por um invólucro metálico, este pode ser desparafusado com vista a uma manutenção local. Os compressores abertos são aqueles em que o acesso ao seu interior é facilitado. Podem ser abertos e reparados no próprio local de funcionamento. O motor encontra-se separados do compressor, sendo a transmissão efetuada normalmente através de correias.

Compressores Dinâmicos[editar | editar código-fonte]

Os compressores dinâmicos radias, no qual o escoamento de gás de saída é perpendicular ao eixo, são chamados compressores centrífugos. Há modelos de compressores em que o escoamento do gás é paralelo ao eixo, chamados compressores axiais. A diferença construtiva e de aplicação entre os dois tipos e bastante perceptível. Os compressores centrífugos são adequados a gases venenosos, inflamáveis, em que se precisa comprimir uma grande quantidade de gas a uma alta pressão. Os compressores axiais são adequados a gases menos perigosos, em grandes vazões e cuja pressão de descarga não é tão alta (até 30 bar), embora seja possível obter taxas de compressão duas vezes superiores a dos compressores centrífugos, em uma mesma carcaça.

Instalação e manutenção[editar | editar código-fonte]

No projeto de um compressor de parafuso devem-se ter certos cuidados de modo a facilitar a sua instalação e manutenção:
  • Os painéis e as tampas devem ser de fácil remoção com fechos de abertura rápida;
  • Purgador exterior de modo a permitir uma rápida mudança do óleo;
  • Filtro de aspiração de fácil acesso;
  • Uma secção reduzida do aparelho não requer muito espaço, permitindo a instalação mesmo em áreas limitadas;
  • Acesso simplificado para a limpeza do refrigerador;
  • Os elementos da assistência de rotina devem ser agrupados na mesma área, reduzindo o tempo de paragem e os custos;
  • Intervalo de manutenção normalizado e reduzidos;
  • Níveis de ruído baixos;
  • Os compressores devem ser concebidos, sempre que possível, para passar através de portas normais.
Os compressores de parafuso, por apresentarem poucas peças móveis e não apresentarem válvulas de entrada e saída e operarem com temperaturas internas relativamente baixas, não exigem muita manutenção. Praticamente isentos de vibrações, esses equipamentos têm uma longa vida útil. Para instalá-los, recomenda-se assentá-los em locais distantes de paredes e teto e em pisos bem nivelados.
Para alguns tipos de manutenção, sendo elas rotineiras ou não, é indispensável o acionamento de um técnico, ou empresa especializada na área.
O mercado brasileiro de compressores é extremamente restrito, basicamente se resume aos fabricantes, e as empresas pertencentes ao "mercado paralelo". Dentre as empresas fabricantes, as principais são: Atlas Copco, Chicago Pneumatic, Ingersoll Rand, Mycom, Sabroe, Sullair e Wayne[carece de fontes?].
Existem as empresas que ocupam uma pequena parte desse mercado, o qual é dominado por essas grandes multinacionais. Apesar de não serem muito conhecidas, possuem grandes vantagens, dentre elas preços mais acessíveis (fator extremamente importante no mercado brasileiro), melhor relação com cliente, e mais flexibilidade (devido à menor burocracia). Esses fatores fazem com que as "opções paralelas" aos poucos tomem um espaço um pouco maior no mercado.

Compressores de palheta[editar | editar código-fonte]

O compressor de palhetas possui um rotor ou tambor central que gira excentricamente em relação à carcaça. Esse tambor possui rasgos radiais que se prolongam por todo o seu comprimento e nos quais são inseridas palhetas retangulares, conforme é mostrado no detalhe da figuras abaixo. Compressor de Palhetas – rotor Compressor de Palhetas – vista frontal Quando o tambor gira, as palhetas deslocam-se radialmente sob a ação da força centrífuga e se mantêm em contato com a carcaça. 0 gás penetra pela abertura de sucção e ocupa os espaços definidos entre as palhetas. Novamente observando a figura ao lado, podemos notar que, devido à excentricidade do rotor e às posições das aberturas de sucção e descarga, os espaços constituídos entre as palhetas vão se reduzindo de modo a provocar a compressão progressiva do gás. A variação do volume contido entre duas palhetas vizinhas, desde o fim da admissão até o início da descarga, define, em função da natureza do gás e das trocas térmicas, uma relação de compressão interna fixa para a máquina. Assim, a pressão do gás no momento em que é aberta a comunicação com a descarga poderá ser diferente da pressão reinante nessa região. 0 equilíbrio é, no entanto, quase instantaneamente atingido e o gás descarregado. Compressores de palhetas rotativas são caracterizados pela versatilidade, potência, confiabilidade e relação preço-qualidade. Podem ser encontrados nos comboios, nas obras, destilarias, fábricas de bebidas, instalações de empacotamento e nas grandes e pequenas unidades industriais .

Compressores de lóbulos[editar | editar código-fonte]

Esse tipo de compressor possui dois rotores em que giram em sentido contrário, mantendo uma folga muito pequena no ponto de tangência entre si e com relação à carcaça. O gás penetra pela abertura de sucção e ocupa a câmara de compressão, sendo conduzido até a abertura de descarga pelos rotores,. Os compressores de lóbulos, embora classificados volumétricos, não possuem compressão interna, porque os rotores apenas deslocam o fluido de uma região de baixa pressão para uma de alta pressão. São conhecidos como sopradores ROOTS e constituem um exemplo típico do que se pode chamar de soprador, porque gera aumentos de pressão muito pequenos.
São amplamente utilizados na sobre alimentação de motores e como sopradores de gases de pressão moderada.
Os Compressores tipo roots, são compressores de baixa pressão, que são muito utilizados em transportes pneumáticos e na sobrealimentação dos motores Diesel. Estes compressores apresentam um rendimento volumétrico muito baixo, mas em compensação o rendimento mecânico é elevado. No entanto a principal vantagem destes compressores é a sua grande robustez, o que permite que rodem anos sem qualquer revisão.

Características dos compressores rotativos[editar | editar código-fonte]

Vantagens[editar | editar código-fonte]

  • O movimento é de rotação;
  • A velocidade de rotação é alta, o que permite acoplamento direto e dimensões reduzidas;
  • A fundação pode ser pequena;
  • O rendimento volumétrico é alto e independente da relação de pressão do compressor;
  • A ausência de válvulas, a não ser a da retenção de carga;
  • O arrefecimento pode ser feito durante a compressão por meio de óleo;
  • O funcionamento é silencioso

Desvantagens[editar | editar código-fonte]

  • A lubrificação tem que ser eficiente;
  • A contaminação do gás com óleo lubrificante, o que exige um separador de óleo na instalação;
  • Desgaste apreciável por atrito entre os rotores e a carcaça;
  • Fugas internas de gás.
Assim como a equação de Clapeyron , determina que a compressão de um gás resulta no aumento de sua temperatura, o primeiro e o segundo princípio da termodinâmica igualmente não aceitam que exista trabalho sem energia, nesse sentido "para melhorar a performance dos sistemas compressão" tanto do compressor hermético como a temperatura do próprio gás comprimido (agente refrigerador) precisam passar por um processo de resfriamento diminuindo o volume sem alterar a composição, esse processo de resfriamento que muitas vezes é feito erroneamente levando o sistema ao meio "além da perda de energia dissipada na atmosfera" resulta em poluição atmosférica e para capturar essa energia uma solução são os sistemas integrados de condensação que funcionam afixados na carcaça dos compressores herméticos.
O que são Ondas Sísmicas
 
O que são ondas sísmicas?
As ondas sísmicas são movimentos vibratórios das partículas das rochas que se transmitem segundo superfícies concêntricas devido à libertação súbita de energia  no foco sísmico.
 
Que tipos de ondas sísmicas existem?
Existem dois tipos de ondas sísmicas, sendo que umas são chamadas ondas de volume ( de profundidade) que podem ser longitudinais ou primárias (P)e ondas transversais ou secundárias (S), e outras que se denominam ondas superficiais, que podem ser ondas de Love  e ondas de Rayleigh, sendo assim no total originam-se quatro tipos de ondas sísmicas.
 
Como se propagam as ondas sísmicas?
As ondas Primárias propagam-se através dos líquidos, sólidos e dos gases e a sua propagação pode ser comparada à das ondas sonoras. A sua propagação produz-se por uma série de impulsos alternados de compressão e de distensão através das rochas, havendo, assim variações do volume do material. Estas ondas deslocam-se no sentido da propagação da onda, (paralelamente).
As ondas S propagam-se nos sólidos mas não nos líquidos e o seu comportamento pode ser comparado ao das ondas luminosas. São mais lentas que as anteriores,  pelo que chegam ás estações sismográficas com atraso variável em relação ás ondas P. Estas ondas provocam mudança da forma do material, mas não do volume. As ondas S deslocam-se num plano perpendicular á direcção de propagação.
As ondas love e Rayleigh, tal como as S são ondas transversais, resultantes das interferências entre as ondas S  e entre as ondas S e P, respectivamente. em que as partículas constituintes dos materiais rochosos vibram perpendicularmente á direcção de propagação da frente da onda. As ondas sísmicas Rayleigh descrevem trajectórias elípticas semelhantes às vagas do mar. São as ondas mais lentas, mas simultaneamente as mais destruidoras.
Simiologia
Quando escolhemos uma melancia para comprar sem que possamos ver o seu interior, usualmente lhe damos algumas batidinhas e escutamos o som. Se o som estiver limpo, provavelmente estará madura. Já um som mais abafado indicará provavelmente que ela passou do ponto. Isso ilustra dois pontos sobre as ondas sísmicas: (1) a energia da batida se propaga pelo interior da melancia, e (2) a natureza do conteúdo da melancia afeta o som.

Uma onda transmite energia de um lugar para outro. O bumbo de um tambor viaja pelo ar como uma seqüência de ondas, assim como o calor do sol chega até a Terra como ondas, e uma batidinha na melancia viaja através dela. Ondas de vibrações que viajam pelas rochas são ditas ondas sísmicas. Terremotos e explosões geram vários tipos dessas ondas. A sismologia estuda os tremores de terra e também a natureza do interior da Terra com base em evidências de ondas sísmicas.

Um terremoto irradia vários tipos diferentes dessas ondas a partir do seu foco (hipocentro ou ponto inicial) cuja projeção na superfície lhe chamamos epicentro. Parte das ondas de um terremoto podem atingir a superfície irradiando-se a partir do epicentro por toda a superfície da Terra.



ONDAS DE CORPO

Ondas de Corpo


Existem dois tipos fundamentais de ondas no interior da Terra. A onda P, longitudinal, é uma onda elástica que provoca a compressão e a expansão da rocha.

As ondas P têm velocidade entre 4 e 7 km/s na crosta terrestre e em torno de 8 km/s no manto superior. A velocidade do som no ar, que também é uma onda P, é de 0,34 km/s e os jatos supersônicos chegam a 0,85 km/s. Na água, a onda P se propaga a 1,5 km/s.

As ondas P são chamadas primárias porque são as primeiras que podem ser observadas nos sismogramas.

O segundo grupo principal de ondas, chamadas ondas S (shear) são aquelas cujas partículas vibram na direção perpendicular à propagação da onda. Sua velocidade é menor, girando em torno de 3 e 4 km/s na crosta. O resultado dessa relativa lentidão é que seu registro sempre ocorre algum tempo depois do registro da onda P.

Diferentemente das ondas P, as ondas S se propagam apenas nos meios sólidos, porque as moléculas de líquidos e gases podem apenas transmitir pressões. Uma tensão lateral (tangencial) entre as partículas não pode ser transmitida em meios não sólidos.

Ondas de Superfície
ONDAS DE SUPERFÍCIE

Junto à superfície as ondas P e S podem combinar e propagar-se horizontalmente formando ondas de superfície. As ondas de superfície viajam ainda mais lentamente que as ondas de corpo. Há dois tipos de ondas superficiais. As ondas Rayleigh se propagam com um movimento de sobe-e-desce das partículas como as ondas do mar. As ondas Love vibram lateralmente como rasteja um réptil. Durante um terremoto portanto, a Terra se chacoalha como as ondas do mar e rasteja como um lagarto.

COMO MEDIR AS ONDAS SÍSMICAS

A medição das ondas sísmicas se dá com um conjunto de
sensor + registrador => registro
O sensor (sismômetro) é o responsável por responder aos movimentos e estímulos da superfície muito precisamente. O sensor tem uma massa metálica (geralmente um ímã) suspensa por uma mola oscilando próximo a uma bobina. Pequenas variações na posição da massa geram uma diferença de potencial nas extremidades da bobina (Lei de Lenz). Se esse sinal elétrico for amplificado e digitalizado pelo registrador (sismógrafo), temos o registro sismológico (sismograma).

Registro sísmico
Onda sísmica
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As ondas sísmicas são movimentos vibratórios das partículas das rochas que se transmitem segundo superfícies concêntricas devido à libertação súbita de energia no foco sísmico. São ondas que se propagam através da Terra, geralmente como consequência de um sismo, ou devido a uma explosão. Estas ondas são estudadas pelos sismólogos, e medidas por sismógrafos, sismómetros ou geofones. Nos estudos sísmicos de jazidas de petróleo também podem ser utilizados hidrofones.


Tipos de ondas[editar | editar código-fonte]

Diagrama mostrando a propagação de ondas de corpo (cima) e de superfície (baixo).

Ondas de corpo ou volume[editar | editar código-fonte]

As ondas de corpo ou volume propagam-se através do interior da Terra. Apresentam percursos radiais deformados devido às variações de densidade e composição do interior da Terra. Trata-se de um efeito semelhante à refracção de ondas de luz. As ondas de corpo são as responsáveis pelos primeiros tremores sentidos durante um sismo bem como por muita da vibração produzida posteriormente durante o mesmo. Existem dois tipos de ondas de corpo: primárias (ondas P) e secundárias (ondas S).
As ondas P ou primárias são as primeiras a chegar, pois têm uma velocidade de propagação maior. São ondas longitudinais que fazem a rocha vibrar paralelamente à direcção da onda, tal como um elástico em contracção. Verifica-se alternadamente uma compressão seguida de uma distensão com amplitudes e períodos baixos, impondo aos corpos sólidos elásticos alterações de volume (contudo não há alterações na forma). No ar, estas ondas de pressão tomam a forma de ondas sonoras e propagam-se à velocidade do som. A velocidade de propagação deste tipo de ondas varia com o meio em que se propagam, sendo típicos valores de 330 m/s no ar, 1450 m/s na água e 5000 m/s no granito. Não são tão destrutivas como as ondas S ou as ondas de superfície que se lhes seguem. A velocidade de propagação destas ondas é, em geral, ligeiramente inferior ao dobro daquela das ondas S.
As ondas S ou secundárias são ondas tranversais ou de cisalhamento, o que significa que o solo é deslocado perpendicularmente à direcção de propagação como num chicote. No caso de ondas S polarizadas horizontalmente, o solo move-se alternadamente para um e outro lado. São mais lentas que as P, com velocidades de propagação entre 2000 e 5000 m/s, sendo as segundas a chegar. Estas provocam alterações morfológicas, contudo não há alteração de volume. As ondas S propagam-se apenas em corpos sólidos, uma vez que os fluidos (gases e líquidos) não suportam forças de cisalhamento. A sua velocidade de propagação é cerca de 60% daquela das ondas P, para um dado material. A amplitude destas ondas é várias vezes maior que a das ondas P.

Ondas de superfície[editar | editar código-fonte]

As ondas de superfície são semelhantes às ondas que se observam à superfície de um corpo de água e propagam-se imediatamente acima da superfície terrestre. Deslocam-se mais lentamente que as ondas de corpo. Devido à sua baixa frequência, longa duração e grande amplitude, podem ser das ondas sísmicas mais destrutivas. Propagam-se pela superfície a partir do epicentro de um sismo (tal como as ondas de uma pedra ao cair num charco), com velocidades mais baixas que as ondas de corpo. Existem dois tipos de ondas de superfície: ondas de Rayleigh e ondas de Love.
As ondas de Rayleigh (R) são ondas de superfície que se propagam como as ondas na superfície da água. A existência destas ondas foi prevista por John William Strutt, Lord Rayleigh, em 1885. São mais lentas que as ondas de corpo. Essas ondas são o resultado da interferência de ondas P e S. Estas ondas provocam vibração no sentido contrário à propagação da onda, ou seja, um movimento de rolamento (descrevem uma órbita elíptica), e a sua amplitude diminui rapidamente com a profundidade.
As ondas Love (L) são ondas de superfície que produzem cisalhamento horizontal do solo e a sua energia é obrigada a permanecer nas camadas superiores da Terra por ocorrer por reflexão interna total. São assim chamadas em honra de A.E.H. Love, um matemático britânico que criou um modelo matemático destas ondas em 1911. Essas ondas são o resultado da interferência de duas ondas S. São ligeiramente mais rápidas que as ondas de Rayleigh. São ondas cisalhantes altamente destrutivas.

A importância das ondas sísmicas para o conhecimento do interior da Terra[editar | editar código-fonte]

Trajectos percorridos por ondas produzidas por um sismo.
Para o estudo do interior do planeta faz-se uso das ondas P e S produzidas pelos terremotos, uma vez que estas se deslocam de forma diferente nos vários tipos de material.
As ondas P deslocam-se a grande velocidade no manto, sofrendo uma grande redução daquela ao atravessarem a descontinuidade de Wiechert-Gutenberg, pois ocorre a passagem de um meio sólido para um meio líquido (neste último têm mais dificuldades em propagar-se, contudo a sua velocidade vai aumentando gradualmente devido ao aumento de pressão e logo da consistência). Esta alteração do meio foi concluída devido à diferença de velocidade média entre as ondas P no mesmo hemisfério em relação às das antípodas. Na descontinuidade de Lehmann, que separa o núcleo externo do núcleo interno voltam a ter um aumento repentino da velocidade – meio sólido.
Quando ocorre um sismo, os sismógrafos situados perto do epicentro, até uma distância angular de 105º, conseguem detectar as ondas P e S, mas aqueles situados a distâncias angulares maiores não conseguem detectar as ondas S. Isto deve-se ao facto de as ondas S não poderem atravessar líquidos. Foi este facto que levou Oldham a sugerir que a Terra possuía um núcleo líquido.

Velocidade das Ondas Sísmicas[editar | editar código-fonte]

A velocidade das ondas sísmicas pode ser calculada a partir das seguintes fórmulas geofísicas:
Vp=\sqrt{\left ( \frac{(K+4\mu /3)}{\delta} \right )} e Vs=\sqrt{\left ( \frac{\mu}{\delta} \right )}
Legenda:
  • Vp\rightarrow Velocidade das Ondas P
  • Vs \rightarrow Velocidade das Ondas S
  • K \rightarrow módulo de incompressibilidade
  • \mu \rightarrow rigidez do material a ser atravessado (para materiais líquidos, \mu=0)
  • \delta \rightarrow densidade do material a ser atravessado

Ligações externas[editar | editar código-fonte]